quarta-feira, 5 de julho de 2017

Sinais da Volta de Jesus Cristo - MENSAGEM DE ALERTA


Veja os principais sinais da volta de Jesus Cristo, é tempo de preparar-se, Jesus está voltando, os sinais nesse mundo são evidentes. Sinais da Volta de Jesus Cristo - Mensagem de Alerta Não podemos negar que a volta de Jesus está cada vez mais próxima e devemos estar atentos para nos prepararmos o quanto antes, pois o nosso Senhor Jesus Cristo virá a qualquer instante e a única prova que Ele está próximo sãos as profecias bíblicas que evidenciam o que está acontecendo no mundo atualmente. Tem um versículo chave que encontra-se em Mateus capitulo 24:3-8 em que Jesus no diz como teremos ideia da sua volta: E estando ele sentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo. Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão. E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terremotos em vários lugares. Mas todas essas coisas são o princípio das dores. Todos os sofrimentos que vemos, guerras e grandes destruições vindas da natureza são sinais claros da volta de Jesus, quando vemos um filho chegar a matar os seus pais, também são sinais da volta de Jesus. Parece que isso não poderá acontecer nem tão cedo, mas Jesus é bem claro em Sua palavra, que a volta de Jesus será de surpresa, assim como um ladrão que vem de surpresa e rouba, Jesus Cristo voltará e se não tivermos preparados não iremos subir. Alguns sinais da volta de Jesus: Grandes terremotos, falsos profetas, guerras, epidemias globais, grandes sinais no sistema solar, o mal no coração dos seres humanos, anticristo, perseguição aos verdadeiros cristãos, a pregação do evangelho em todo o mundo, grandes sinais no céu, utilização da igreja como negócio lucrativo... dentre muitos outros sinais da volta de Jesus.

Salmo 15: Quem, SENHOR, Habitará no Teu Tabernáculo?


Salmo 15: Quem, SENHOR, Habitará no Teu Tabernáculo? O trabalho de organizar a cidade de Jerusalém como o centro da religião dos israelitas ocupou uma boa parte do reinado de Davi, e foi realizado com muito prazer por esse servo do Senhor. Salmo 15 é um dos vários hinos que comunicam os sentimentos do rei Davi e de incontáveis outros adoradores. O verdadeiro servo do Senhor anseia estar na presença do Criador. Davi mostrou esse desejo quando falou sobre o tabernáculo do Senhor no monte Sião em Jerusalém, e quando falou sobre o desejo de habitar eternamente com Deus. Do começo ao fim desse Salmo, o foco está na comunhão permanente com Deus. Diferente das atitudes comuns de pessoas que querem solicitar a ajuda divina em momentos difíceis e ignorar seu Criador durante a maior parte do tempo, o desejo de Davi foi de permanecer na presença de Deus. Ele fala de habitar no tabernáculo e morar no monte do Senhor: “Quem, SENHOR, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte?” (verso 1). Os versos seguintes respondem às perguntas com descrições das qualidades que Deus deseja nas pessoas que andam com ele. Obviamente, quatro versos de um salmo não são suficientes para descrever todos os aspectos da integridade espiritual, mas servem para ensinar o tipo de caráter que devemos cultivar. “O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade” (verso 2). Davi começa com algumas características positivas, a primeira sendo extremamente abrangente. Ser íntegro significa a condição de uma pessoa completa ou inteira. Em todas as coisas e em todos os aspectos da sua vida, essa pessoa procura fazer o certo. A integridade é o oposto da corrupção. As outras duas expressões desse verso identificam manifestações comuns da integridade. Essa pessoa tem um compromisso firme com a justiça e com a verdade. A descrição continua com exemplos de condutas que o homem íntegro evita: “o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho” (verso 3). O destaque no controle da língua não nos surpreende, pois é um tema comum nas Escrituras. Desde Gênesis 3, encontramos exemplos das consequências das mentiras. Dois dos Dez Mandamentos dados no monte Sinai tratam especificamente das coisas faladas. Provérbios e outros livros distinguem entre o bom uso e os abusos da língua. No Sermão do Monte, Jesus fez vários comentários sobre as palavras usadas por seus seguidores. Tiago comentou sobre a dificuldade e a importância de controlar a língua: “Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é perfeito varão, capaz de refrear também todo o corpo” (Tiago 3:2). As atitudes dos servos de Deus se espelham no caráter divino. O homem que mantém comunhão com Deus é aquele que acha prazer nas coisas certas e despreza as coisas erradas: “o que, a seus olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas honra aos que temem ao SENHOR” (verso 4). É uma coisa obedecer a uma lista de regras, evitando pecados óbvios como homicídio, blasfêmia, adultério e roubo, mas Deus exige muito mais do que apenas a conformidade externa em requisitos como esses. Nossas opiniões devem ser moldadas pela vontade de Deus. Além de não matar, devemos detestar a violência contra outros e o ódio que leva a tal procedimento desprezível. Por outro lado, o servo do Senhor valoriza e honra outras pessoas que demonstram a mesma disposição de honrar a Deus. Para permanecer na casa do Senhor, é necessário ser honesto nos negócios: “o que jura com dano próprio e não se retrata; o que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente” (versos 4 e 5). A palavra da pessoa que teme a Deus é confiável. Mesmo se perceber, depois de assumir um compromisso, que será prejudicada, ela cumpre a sua palavra. Nos seus negócios, ela é governada pelos princípios revelados por Deus, e assim não age com injustiça ou desonestidade. Resumindo todos esses aspectos da integridade do servo de Deus, Davi conclui o Salmo com esta promessa: “Quem deste modo procede não será jamais abalado” (verso 5). -por Dennis Allan

domingo, 1 de março de 2015

TENHA ATITUTE!

“Vivam com propósito...” – Efésios 5:15 Você é facilmente influenciado pelo que os outros dizem e fazem, ou estabelece um plano e se atém a ele? Você está fazendo aquilo que ama, ou está apenas fazendo as coisas de forma rotineira e mecânica? O escritor Mark Twain disse: “O segredo do sucesso é fazer da sua vocação o seu passatempo”. Em outras palavras, ame o que você faz e faça o que você ama! Muitos de nós nunca encontramos tempo para cumprir o propósito de Deus para as nossas vidas porque estamos ocupados demais em manter todo mundo feliz. O mundo está cheio de pessoas que acham que sabem o que você deveria estar fazendo com a sua vida. Mas a vida é sua, e quando você comparecer diante de Deus, Ele não vai perguntar a nenhuma outra pessoa a respeito dela, a não ser a você! Você é corajoso o bastante para seguir o seu coração em vez de seguir a multidão? É uma pessoa focada, mesmo quando muitas vozes tentam desviá-lo do seu propósito? Um fenômeno interessante ocorre quando você não tem convicções fortes ou um propósito claro; você tende a ficar irritado com aqueles que têm essas coisas. A expressão “qualquer coisa” parece ser especialmente popular atualmente. Embora devamos sempre nos esforçar para viver em harmonia e para levar em consideração os sentimentos e o ponto de vista dos outros, a Palavra de Deus condena a complacência, a indiferença e a falta de disposição em defender o que sabemos que é certo. Precisamos agir. Não podemos simplesmente ficar parados esperando para ver o que todo mundo vai fazer, para depois seguirmos a multidão. Existem basicamente dois tipos de pessoas: aquelas que esperem que alguma coisa aconteça, e aquelas que fazem as coisas acontecerem. Não diga: “Eu gostaria que eles fizessem alguma coisa a respeito desse problema”. Você é “eles” – faça alguma coisa! Viva de modo que tuas ATITUDES falem tão alto que não seja necessário que tu digas palavra alguma! (Augusto Branco) Copy and WIN : http://bit.ly/copynwin

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

SOU EU, CALVINO,Conversas com o Reformador - Uma Biografia

Vivemos uma época de muitas nomenclaturas ministeriais no meio evangélico brasileiro. Alguns líderes de diferentes denominações cristãs, mesmo atuando nas mesmas funções, usam termos e nomes diferentes como apóstolos, pastores, bispos, presbíteros e muitos outros. Infelizmente conseguimos identificar que alguns ministros usam algumas nomenclaturas bíblicas por uma busca de autoridade eclesiástica e um suposto poder espiritual, criando assim uma visível contradição quanto ao real significado do título e dos nomes na Bíblia. O que pretendo aqui é expor de forma clara a etimologia de cada título, bem como seu uso prático na Bíblia, interpretando conforme o contexto das Escrituras e comparando-os aos dias atuais. É bem certo que você se impressionará com alguns desses significados devido ao grande equívoco e falta de harmonia bíblica criada por nossos mestres-servos. Estaremos abordando os significados dos seguintes termos: Pastor, presbítero, bispo, apóstolo, diácono, reverendo, missionário e cooperador. Escolhi lembrar do cooperador pois existe também algo muito impressionante nesse termo, contrário em nossos dias. Pastor, Presbítero e Bispo No contexto do Novo Testamento, os termos pastor, presbítero e bispo, incrivelmente descrevem os mesmos servos. Trata-se de líderes atuando em igrejas locais, cuidando do rebanho de Deus, a Igreja de Cristo (Atos 20.17,28; 1ª Pedro 5.1-3; Tito 1.5-7). As várias palavras, mesmo diferentes, identificam os mesmos homens, mas é importante entender que cada palavra tem seu próprio significado. Essas variações de sentido ajudam a mostrar aspectos diferentes do trabalho dos ministros que cuidavam de uma congregação. Para uma compreensão bem definitiva, irei apresentar os significados desses termos, dentro de uma ordem cronológica de surgimento e uso comum nos tempos bíblicos. O Pastor – As primeiras vezes que aparecem o termo pastor na Bíblia se referem a alguém cuidando de um rebanho (Gn. 13.7; Gn. 13.8; Êx. 2.17). Mas a partir do registro do 1º livro dos Reis 22.17 em diante, o nome é usado como forma figurativa para expressar situações referentes ao cuidado: “Então disse ele: Vi a todo o Israel disperso pelos montes, como ovelhas que não têm pastor; e disse o Senhor: Estes não têm senhor; torne cada um em paz para sua casa”. O salmista Davi, o mais expressivo pastor de ovelhas das Escrituras também fez uma belíssima comparação: “O Senhor é o meu pastor, nada me faltará” (Sl. 23.1ss). Concluímos então que a figura do Pastor no Antigo Testamento não estava ligada à uma autoridade espiritual, visto que nessa esfera se destacavam sacerdotes, profetas e outros levantados pelo Senhor. O pastor de fato era alguém responsável para cuidar do rebanho, que a partir da Antiga Aliança, não eram pessoas e sim animais. Mas o termo figurativo ficou marcado, pois fora dito pelo Senhor até mesmo no Pentateuco (Nm. 27.17). Quando chegamos ao cenário histórico do Novo Testamento vemos os líderes sendo chamados para “pastorear” o rebanho de Deus. E essa nomenclatura passou a ser usada justamente por causa das próprias palavras de Cristo, quando usando a figura de metáfora, disse de Si mesmo: “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas. Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido”. (Jo. 10.11-14). Jesus usou a comparação por que sabia muito bem acerca do cuidado do pastor com as ovelhas nos campos. Ser pastor a partir daquele momento, na visão bíblica e neotestamentária, significava cuidar de vidas da mesma forma que Cristo demonstrou no cuidado e ensino no seu ministério na terra. Ele consolou pessoas, guiou, orientou, pregou, cuidou da alma ferida e alimentou multidões. Foi humilde perdoando, lavando os pés dos discípulos para mostrar exemplo, protegendo e dando a sua vida. Essas são características não apenas dos pastores, mas de qualquer pessoa que tenha a responsabilidade de cuidar do rebanho do Senhor. O Presbítero – do grego πρεσβυτερος (presbyteros), “ancião” em algumas versões da Bíblia, descreve alguém de idade mais avançada, experiente. A palavra é usada no Novo Testamento para identificar alguns dos líderes entre os judeus. No livro de Atos e nas epístolas, os homens que pastoreavam e supervisionavam as igrejas locais foram frequentemente chamados de presbíteros (Atos 11.30; 14.23; 16.4; 20.17; 21.18; 1ª Timóteo 5.17,19; Tito 1.5; Tiago 5.14; 1ª Pedro 5.1; 2ª João 1; 3ª João 1). Necessariamente eram os cristãos mais maduros da congregação. Usavam seu conhecimento e experiência para servir como modelos e ensinar o povo de Deus. Nas referencias que apresentamos, interligando as palavras pastor e presbíteros, temos as mesmas pessoas pelo seguinte fato: Os presbíteros foram chamados para pastorear o rebanho de Deus. Isto é, os pastores do Novo Testamento eram os mesmos líderes (presbíteros) que estavam à frente do cuidado da igreja. E mais, recebiam muito bem para isso conforme 1ª Timóteo 5.18 que diz: “Os presbíteros que administram bem a igreja são dignos de dobrados honorários, principalmente os que se dedicam ao ministério da pregação e do ensino”. (Versão King James). Observe que muitos presbíteros que eram de fato os pastore,s pregavam e ensinavam. O Bispo – o termo vem do grego antigo επίσκοπος, (episkopos) “inspetor”, “superintendente”. Em 1ª Pedro 2.25, a referência ao Senhor indica uma função além do pastoreio, enquanto pastor. Várias outras passagens usam essa palavra para descrever uma responsabilidade maior do mesmo pastor que foi escolhido para guiar os discípulos de Cristo no seu trabalho na igreja (Filipenses 1.1; 1ª Timóteo 3.2; Tito 1.7). Mas o texto de Atos 20 e seus versículos é claríssimo na interligação das pessoas do pastor, presbítero e bispo. No verso 17 Paulo convoca os presbíteros para uma reunião, sendo que no verso 28 ele chama os presbíteros de bispos, encojando-os ao zelo no pastoreio – “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue”. O que na verdade revela o texto é que Paulo está diante de presbíteros (pastores) que tinham a função de supervisionar (epískopos-bispos) várias igrejas. Sendo assim, pastores, bispos e presbíteros não são três ofícios diferentes, e sim três palavras que descrevem aspectos diferentes dos mesmos homens. Os bispos de hoje devem ser, de acordo com o texto, aqueles que chamamos de presidentes da igreja Sede, que deve estar na condição de uma igreja-mãe com várias congregações. Apóstolo – esse título parece ser o mais cobiçado em nossos dias. Houve uma avalanche no surgimento de apóstolos tão grande como em nenhum outro momento na história da Igreja. Mas biblicamente e historicamente analisado há muitos equívocos quanto ao chamado e função nessa nomenclatura “apostólica”. O termo grego ἀπόστολος, (apóstolos) significa enviado. Em se tratando de originalidade literária, o termo usado por Jesus aos escolhidos para a pregação e propagação do Evangelho, denota uma missão para os lugares mais distantes, onde ainda não chegara a mensagem de Salvação – “Portanto, ide e fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28.19ª). Os textos mais surpreendentes e reveladores das Escrituras, nos versículos de Atos 15, mostram presbíteros (pastores e bispos) ao lado dos apóstolos, deixando claro que nenhum líder da igreja teve a ousadia de se auto intitular apóstolo, pois sabiam que se tratava de uma nomenclatura exclusiva de Jesus aos doze enviados – “Tendo tido Paulo e Barnabé não pequena discussão e contenda contra eles, resolveu-se que Paulo e Barnabé, e alguns dentre eles, subissem a Jerusalém, aos apóstolos e aos presbíteros, sobre aquela questão”.(Atos 15.2). “E, quando chegaram a Jerusalém, foram recebidos pela igreja e pelos apóstolos e presbíteros, e lhes anunciaram quão grandes coisas Deus tinha feito com eles”. (Atos 15.4). “Congregaram-se, pois, os apóstolos e os presbíteros para considerar este assunto”. (Atos 15.6). “Então pareceu bem aos apóstolos e aos presbíteros, com toda a igreja, eleger homens dentre eles e enviá-los com Paulo e Barnabé a Antioquia, a saber: Judas, chamado Barsabás, e Silas, homens distintos entre os irmãos”. (Atos 15.22). “E por intermédio deles escreveram o seguinte: Os apóstolos, e os presbíteros e os irmãos, aos irmãos dentre os gentios que estão em Antioquia, e Síria e Cilícia, saúde”. (Atos 15.23).[negritos do autor]. Partindo do relato de Atos, que é o contexto primitivo, para a História da Igreja nos períodos da idade média e moderna, não encontramos nenhum registro de uso do termo apóstolo, a não ser o reconhecimento da Igreja a pessoas que estavam na condição ministerial dos apóstolos de Cristo, quanto a lugares e condições como Willian Carey, Charles Finney, George Whitefield e outros desse nível. Os apóstolos de Cristo não levantaram novos apóstolos, mas pastores e líderes na igreja. Mas isso não significa que não podemos usar o termo apóstolo em nossos dias. Basta seguirmos a etimologia da palavra, a função designada e, a contextualização do termo, o que nos trará o resultado do nome Missionário. Ou seja, os verdadeiros apóstolos dos nossos dias são os missionários que estão distantes, enfrentando os desafios de culturas diferentes, passando aflições até mesmo com suas famílias, para que o Evangelho salvador alcance corações longínquos. Considere isso biblicamente correto. Reverendo – o termo vem do latim reveréndus indicando alguém que deve ser reverenciado. É um tratamento dado as autoridades eclesiásticas de algumas igrejas cristãs históricas. Já houve muitos debates acerca desse título, pois alguns o consideram um termo equivalente à reverência dada à Deus, o que é puro engano, pois a real etimologia da palavra “reverência” em se tratando da raiz do “reverendo” é “respeito profundo”, “acatamento”, “consideração”. Não se pode confundir reverência com adoração, pois são palavras de significados bem distantes. Temos reverência no culto, mas o culto não é Deus, é para Deus. Temos reverência diante de um tribunal, mas o tribunal não é Deus. Com isso fica claro que a reverência é algo natural tanto para as questões espirituais como humanas. Mas a grande pergunta é: Pode o ministro ser chamado de Reverendo? A observância no título de reverendo aplicado aos líderes da igreja, numa visão de respeito e consideração, pode ser melhor explicado tendo com exemplo a interpretação real do termo bíblico “santo” do hebraico Kadosh, utilizado para mostrar um atributo comunicável de Deus. Kadosh significa também algo sagrado, ou um indivíduo que foi consagrado perante outras pessoas. Existem diversas variações para Kadosh: Kadesh significando sagrado, Kidush que significa santificação, ou consagração, as palavras Yom kadosh significando dia Santo e, Kadish que significa santificação. Observe que todas as palavras estão relacionadas à Deus, mas mesmo assim, no Novo Testamento, somos chamados também de “santos”, principalmente nas epístolas, e isso não significa que nos igualamos à Deus, pelo contrário, santos porque somos separados para Ele. Dessa forma, a palavra Reverendo não indica que alguém deva ser reverenciado ao nível de Deus, mas ser respeitado e considerado na função chamada por Deus. Diácono – a palavra no grego διάκονος, (diákonos) é “ministro”, “servo”, “ajudante” e denota uma categoria de obreiro assistencial, cerimonial, preservador, orientador, servidor etc. Mas se engana quem pensa que a instituição do diaconato está definida em Atos capítulo 6. O vocábulo diakonein nesse texto não é técnico, tratando apenas de “servidores” incumbidos de distribuir os fundos às viúvas necessitadas. Se fossemos partir dessa aplicação do texto concluiríamos que a função dos diáconos seria dentro desse limite, o cuidado com as viúvas. Os textos que revelam as funções ministeriais dos diáconos estão nas epístolas de Paulo aos Filipenses e a Timóteo: “Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus que estão em Filipos, com os bispos e diáconos” (Filipenses 1.1). Atente que logo no verso 1 Paulo revela o contexto ministerial do diaconato, que o coloca na posição de oficial da igreja ao lado do bispo. O texto junto ao contexto histórico revela que os diáconos auxiliavam os pastores em suas funções, sendo importante lembrar que, quando um ministro tinha a necessidade de se ausentar da liderança e pastoreio da congregação, quem assumia a direção era justamente o diácono, que nessa hora era reconhecido pela mesma capacidade. A carta à Timóteo é mais reveladora ainda, quando Paulo declara e orienta: “Os diáconos igualmente devem ser dignos, homens de palavra, não amigos de muito vinho nem de lucros desonestos”.(1ª Timóteo 3.8) “Devem ser primeiramente experimentados; depois, se não houver nada contra eles, que atuem como diáconos”(Vs.10), “O diácono deve ser marido de uma só mulher e governar bem seus filhos e sua própria casa”.(Vs.12). Usando o texto mais uma vez dentro de seu contexto fiel, podemos resumir que as orientações dadas aos diáconos veem logo após a dos bispos (presbíteros, pastores), concluindo que o diácono tem o mesmo nível de responsabilidade desses, sendo o verdadeiro auxiliar do ministro. O diaconato é um ministério de verdadeira excelência! O Cooperador – Você já se perguntou alguma vez por que o apóstolo Paulo ao final de algumas epístolas faz menção dos cooperadores? Pois bem, pasme: os cooperadores eram os cristãos mais capacitados (ministerialmente) para o auxílio em todas as áreas da igreja! Era comum nos tempos bíblicos a menção de pessoas importantes ao final de uma epístola ou registro relevante. O primeiro exemplo vem da carta aos Romanos, onde o apóstolo além de apresentar uma extensa lista de cooperadores, faz questão de frisar que, ele não escreveu a carta, mas apenas ditou para Tércio, o grande cooperador (Rm. 16.22). Cooperadores ilustres são mencionados com grande destaque: “Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores” (Filemom 1.24). “Saudai a Priscila e a Áqüila, meus cooperadores em Cristo Jesus” (Romanos 16.3). “As igrejas da Ásia vos saúdam. Saúdam-vos afetuosamente no Senhor Áqüila e Priscila, com a igreja que está em sua casa”. (1ª Coríntios 16.19). De fato, os cooperadores que as epístolas mencionam possuíam capacidade maior que muitos dos irmãos, pois eles ajudavam na organização do culto, na abertura de novos trabalhos, na comunicação, na pregação, evangelização, nas viagens, assistência aos obreiros em geral. Eram homens e mulheres com visão muito ampla e espírito de trabalho e cooperação além das expectativas. O tratamento que vemos hoje com os atuais cooperadores (principalmente nas igrejas pentecostais) está muito fora da realidade bíblica. Precisamos valorizar e reconhecer os trabalhos dos verdadeiros cooperadores. Conclusão – diante da investigação bíblica aqui exposta, respeitando os princípios e regras da hermenêutica, numa exegese séria e fiel, devemos considerar que alguns líderes que usam nomenclaturas ministeriais não condizentes com a observância das Sagradas Escrituras, desrespeitam os termos estabelecidos por Deus e, ignoram as designações de ordem eclesiais estruturadas pela igreja neotestamentária. O que nos parece de verdade é uma inversão de significados e termos mal entendidos, onde muitos se esquecem do verdadeiro sentido do chamado para liderar vidas. O ministro ideal é aquele que, primeiramente, é considerado por seus liderados como o maior dos servos. Os seguidores, de bom grado, concedem, a esses líderes a autoridade para liderá-los, porque vêem nele alguém altruísta e voltado para os demais. Como ministro de Deus, sua tarefa é levar as pessoas a buscarem uma transformação e não apenas formular e impor leis, por meio de um suposto poder espiritual gerado por títulos. Ele realiza uma mudança de cada vez. O líder percebe que as pessoas são seu único e maior bem na igreja, e executa suas tarefas fortalecido pelo Espírito Santo. Usa o poder do amor para transmitir novos valores. Desejamos como ovelhas, muito mais líderes guiados pelo Espírito, do que homens movidos por títulos que em muitos casos exalto o próprio ego.

Um país mais crente

Um país mais crente Censo do IBGE revela que o crescimento evangélico no Brasil não arrefeceu. 01 Ago 2012 Escrito por Carlos Fernandes Publicado em Religião Um país mais crente A divulgação dos dados religiosos do Censo Demográfico 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), surpreendeu até os mais ufanistas dos crentes. O anúncio, no fim de junho, de que o número oficial de evangélicos no Brasil, agora, é estimado em 42,3 milhões de pessoas – ou 22,2% da população nacional – confirma a tendência de crescimento vertiginoso do segmento, acelerado nos anos 1980 e 90, mas que parecia ter perdido o ímpeto. Isso equivale a dizer que, de cada cinco brasileiros, um ou dois se declaram evangélicos. É muita coisa. Nos últimos dez anos, a Igreja Evangélica nacional cresceu mais de 6 pontos percentuais, o que configura um fenômeno religioso jamais visto na história do país. E isso, apesar de todos os questionamentos que as instituições religiosas têm enfrentado nos últimos anos, da perda de credibilidade de diversas denominações, dos escândalos envolvendo pastores famosos e do avanço do secularismo na sociedade. Para se ter uma ideia, o Censo também constatou que o grupo dos que se declaram ateus, agnósticos ou sem religião já conta com 15 milhões de pessoas. Embora ainda pareça utópico dizer que o número de evangélicos vai superar o de católicos até meados deste século, o fato é que a Igreja Romana continua assistindo a uma debandada de fiéis. Praticamente absoluta no fim do século 19, quando seguida por quase 99% dos brasileiros, a fé católica, hoje, é professada por 65% dos brasileiros, ou 123 milhões de almas. O Brasil ainda é o maior país católico do mundo, mas o declínio progressivo preocupa o Vaticano. “Nós já esperávamos que houvesse queda no número de católicos, mas nossa expectativa era que fosse menor”, admite o padre Thierry Linard de Guertechin, do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento, entidade ligada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB. No entender do religioso, que também é demógrafo, várias causas têm contribuído para isso. “Parte da responsabilidade é da própria Igreja Católica, que não vai aonde o povo está”, aponta. Guertechin lembra que as igrejas evangélicas são mais capilarizadas. “Os fiéis não encontraram a Igreja nas periferias das metrópoles, como Rio de Janeiro e São Paulo, para onde acorreu o fluxo migratório das últimas décadas.” “Em muitas paróquias católicas, a relação é de um padre para 20 mil fiéis ou mais. A falta de vocações e o envelhecimento do clero agravaram esse quadro, tornando mais difícil o pastoreio numa sociedade massificada”, opina o teólogo e pastor luterano Martin Weingaertner, membro do Conselho de Referência da Aliança Cristã Evangélica Brasileira. “Em contraposição, as igrejas evangélicas têm em média um obreiro para cada 100 fiéis, o que possibilita o que poderíamos chamar de ‘atendimento personalizado’”. Coordenador do Grupo de Trabalho sobre Igreja, Sociedade e Cidadania da Aliança, o pastor Weingaertner não acredita, contudo, que a Igreja Evangélica continue a avançar no ritmo atual e que possa superar numericamente a Católica. “Pela segmentação interna dos evangélicos, bem como por sua inclinação para a autofagia, a curva de crescimento deve diminuir. As igrejas evangélicas jamais chegarão a desempenhar um papel hegemônico, pois isso requereria uma organização hierárquica ou uma moldura doutrinária uniforme e rígida.” “GUARDIÕES DA FÉ” A ênfase do trabalho evangélico em grupos específicos, como crianças e jovens, é apontada pelo pastor Fernando Brandão, da Junta de Missões da Convenção Batista Brasileira, como outro fator de atração e fidelização das igrejas evangélicas. Além, é claro, da presença midiática. Desde os anos 1980, igrejas e líderes evangélicos, sobretudo os de linha pentecostal e neopentecostal, tornaram o Evangelho um produto de massa. “O uso dos meios de comunicação, como rádio e TV, foi determinante para a expansão do protestantismo no Brasil”, destaca Brandão. Para o vice-diretor de Expansão Missionária da organização Servindo Pastores e Líderees (Sepal) e pastor da Igreja Presbiteriana Independente Oswaldo Prado, não de pode deixar de levar em conta, também, a popularização da mensagem que prioriza a bênção material: “As igrejas têm alcançado muitos que precisam de alento e encorajamento no meio da luta pela sobrevivência. Para isso, muitos têm criado o dualismo da conversão com uma inevitável ascensão social”. Prado, contudo, acredita que tributar tanto crescimento apenas à pregação da prosperidade é simplificar demais a análise. “Seria injusto classificar apenas esses movimentos como propulsores do crescimento evangélico em nosso país. Existem aqueles que optaram por estender o Reino de Deus em nosso país com absoluta seriedade e compromisso com os valores da Palavra do Senhor. São estes que têm sido os guardiões da fé cristã em nosso solo”, conclui. (Carlos Fernandes) ESTATÍSTICAS Religião no Brasil 123 milhões de brasileiros (64,4%) são católicos 42,3 milhões, ou 22.2%, são evangélicos 15 milhões se declaram sem religião, ateus ou agnósticos 3,8 milhões professam o espiritismo 570 mil são adeptos da umbanda e do candomblé Top 3 Entre os países com maior presença evangélica em números absolutos, o Brasil aparece em 3º lugar: 1º – Estados Unidos, com 155 milhões de evangélicos e protestantes 2º – China, com 100 milhões (número estimado) 3º – Brasil, com cerca de 42 milhões

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Estudo Bíblico A Ascensão do Anticristo


As características e os objetivos do Anticristo à luz da Bíblia INTRODUÇÃO Sua influência é detectada em todas as camadas sociais. Da política aos negócios domésticos, imiscui-se em tudo e intromete-se em todas as coisas. Promove a iniquidade. Espalha a injustiça. Semeia a apostasia. Assim, de iniquidade em iniquidade, vai sedimentando o caminho da antiga serpente. Tão logo a Igreja seja arrebata, haverá de manifestar-se ao mundo. E, sob a eficácia de Satanás, governará absoluta, mas temporariamente, todos os povos e nações. Talvez ele já esteja entre nós. Cabe-nos, todavia, barrar-lhe o avanço. Não somos o sal da terra? Não temos as propriedades da luz? Então, estejamos preparados para enfrentar o cruel e impiedoso adversário. Mas, para que sejamos eficazes nessa batalha, é necessário conhecermos o preposto-maior do deus deste século. I. O ANTICRISTO, O REPRESENTANTE OFICIAL DO DIABO O Anticristo não é uma figura mitológica. É um personagem bem real prestes a manifestar-se. Observemos como a Bíblia o descreve. Primeiro, buscaremos uma definição etimológica; depois, a teológica. 1. Definição etimológica. Procedente do grego, a palavra Anticristo significa aquele que é contra Cristo ou se põe em lugar de Cristo. 2. Definição teológica. O Anticristo é a mais completa personificação de Satanás e o seu mais autorizado representante. É o ditador que assumirá o comando do mundo após o arrebatamento da Igreja. II. OBJETIVOS DO ANTICRISTO Os dois principais objetivos do Anticristo será: 1. Levantar-se contra o Cristo de Deus. Já que o mundo, recusando-se a crer em Cristo como o salvador e redentor da raça humana, predispôs-se a dar crédito ao maligno, este não terá dificuldades em arrastar milhões de almas ao engano e à mentira. Seu principal objetivo é opor-se formal e sistematicamente contra o Senhor Jesus Cristo. 2. Colocar-se em lugar de Cristo. Por-se-á ele “em lugar de Cristo, como se fora o messias que havia de libertar Israel e salvar a humanidade (Jo 5.43; 2 Ts 2.4). Aliás, é exatamente o que significa o prefixo grego anti: contra e em lugar de” (Dicionário de Profecia Bíblica – Edições CPAD). Portanto, o Anticristo fingirá ser o salvador dos gentios e o messias dos judeus. Ele será tão convincente que logrará enganar ambos os povos. III. AS CARACTERÍSTICAS DO ANTICRISTO Conforme João no-lo descreve, estas são as características do Anticristo: 1. Surgirá de entre as nações. À semelhança dos ditadores e demagogos, o Anticristo surgirá dentre as multidões, utilizando magistralmente as ferramentas do populismo: mentira, engano, corrupção, violência. Ele não terá muito trabalho em seu intento, porque os incrédulos, distanciados da verdade, serão presas fáceis ao pai da mentira: “É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça” (2Ts 2.12.13). 2. Terá uma estrutura de sustentação governamental e política. De acordo com a narrativa de João, esta será a plataforma de governo do Anticristo: “Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia” (Ap 13.1). De que forma podemos interpretar esses símbolos? O dez chifres referem-se a igual número de reis, ou mandatários, que estarão no comando das antigas províncias do Império Romano. Não importa se a União Européia, hoje, seja formada por mais de dez países. Em sua conformação original, Portugal e Espanha, por exemplo, constituíam uma única província. Sobre os dez reis estará um conselho de sete superexecutivos que, arrogante e blasfemamente, ditarão as normas do Neo Império Romano (Dn cap. 2). Será um sistema de controle governamental e administrativo tão perfeito, que estará apto a resistir qualquer tentativa de rebelião. No governo do Anticristo, todos serão vigiados por todos. O Estado será irresistível. 3. A índole do governo do Anticristo. Se o Império Romano já era considerado um terrível e espantoso animal em sua primeira fase (Dn 7.7), na segunda haverá de ser indescritível em seu poder e maldade. Levantar-se-á como uma síntese das maldades da Babilônia, Pérsia e Grécia. Eis como João o descreve: “A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade” (Ap 13.2). De acordo com esse texto, sempre em ressonância com o profeta Daniel, tracemos um perfil do império do Anticristo: à semelhança do leopardo (a Grécia), conquistará o mundo, a partir da Europa, em tempo recorde; imitando o urso (a Pérsia), esmagará os opositores e quantos não lhe aceitarem o mando; e, tal como o leão (a Babilônia), abrirá a boca a fim de, orgulhosamente, zombar e blasfemar de Deus. O império do Anticristo será a soma de todos os sistemas malignos que já governaram este mundo. IV. A ADORAÇÃO DO DEMÔNIO João também viu que um dos primeiros executivos do Anticristo foi mortalmente ferido. Sua chaga, porém, foi logo curada, levando a humanidade ao delírio (Ap 13.3). Pelo texto sagrado, depreendemos que tanto o ferimento como a cura não passarão de uma bem urdida farsa, cujo objetivo é: 1. Fomentar a adoração de Satanás. Isso significa que todos os que aceitarem o governo do Anticristo predispor-se-ão a adorar o Diabo como se este fosse mais poderoso que Deus (Ap 13.4). Se hoje não são poucos os que adoram o dragão, o que dizer naquele período que, embora curto, será marcado pelo signo do mal? O Diabo não será mais cultuado nos ídolos de barro, pedra e metais; será adorado como o dragão – o próprio Satanás. 2. Incentivar a adoração da besta. Ao mesmo tempo, o pseudo milagre acima descrito levará os habitantes da terra a adorar a besta: “Adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela?” (Ap 13.4). Se ditadores como Hitler e Stalin eram divinamente incensados, a besta será louvada como se fora uma divindade única. Será um culto tão singular, que as honras prestadas aos imperadores romanos parecerá um simples jogral. 3. O discurso da arrogância. Solidificado já no governo do mundo, a besta revelará a sua verdadeira índole. Em discursos bem trabalhados, ofenderá e blasfemará o nome de Deus e escarnecerá dos que habitam no céu: Jesus Cristo, os santos anjos e a Igreja que, nesse período, estará nas bodas do Cordeiro (Ap 13.5). Os pronunciamentos de Hitler parecerão resmungos de crianças diante das falas do homem do pecado e do filho da perdição (2Ts 2.3). 4. O tempo de seu governo. O Anticristo reinará por um período de quarenta e dois meses, ou três anos e meio, ou ainda mil duzentos e sessenta dias (Ap 13.5). Nesse período, todos, inclusive Israel, hão de pensar que ele é, de fato, o messias prometido. Findo esse tempo, conforme lemos em Daniel 9.27, ele romperá o acordo que firmara com Israel, e passará a persegui-lo. É exatamente aí que terá início a Grande Tribulação: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts 5.3). Tardiamente, a humanidade apóstata e caída da graça de Deus perceberá o quanto foi enganada pelo filho da perdição. Mas será tarde demais, porque o Senhor despejará sobre a besta e seus adoradores todos os cálices de sua ira. V. A GUERRA CONTRA OS SANTOS 1. A guerra contra os santos. A besta, inspirada pelo dragão, além de blasfemar de Deus, voltar-se-á contra os que, embora não hajam tomado parte no arrebatamento da Igreja, não lhe aceitarão a plataforma de governo nem o sinal do seu domínio (Ap 13.7,8). Não será uma mera perseguição religiosa; será uma guerra sistemática e cruel, visando eliminá-los da face da terra. 2. O domínio universal do Anticristo. A perseguição cruel e singular contra os cristãos levará o mundo todo a submeter-se ao mando da besta. A essas alturas, os filhos dos homens estarão completamente embriagados pela eloqüência, falsidade e engano da besta que subiu do mar. CONCLUSÃO Os santos, no período do Anticristo, conhecido também como a 70ª Semana de Daniel, sofrerão dois tipos de insuportáveis provações: o cativeiro e a morte à espada (Ap 13.10). Apesar de todo esse terrível sofrimento, eles hão de perseverar até o fim, porque o Senhor, através do Espírito Santo, os estará amparando e consolando-os até que venham a ser recebidos pelo Cordeiro de Deus. Estamos nós perseverando em santidade e vigilância? João, ao descrever a paciência e bravura espiritual dos mártires da Grande Tribulação, é claro: “Aqui está a perseverança e a fidelidade dos santos”. Não fomos também santificados pelo Senhor? Então perseveremos até a volta do Senhor Jesus. | Autor: Pr Claudionor de Andrade

Liderança e Espiritualidade - Artigo Gospel


Os dois temas não estão em mundos diferentes, eles se completam, se reclamam mutuamente. Quando unidos, geram líderes altamente produtivos – e profundamente fecundos. Tenho falado e escrito sobre espiritualidade. Percebo certa resistência a este tema: via de regra ele é tratado como algo intimista, privado, não prático, mais próprio do mundo da contemplação do que da ação. Talvez isto explique a razão do baixo interesse que desperta em pessoas postas na posição de liderança. É uma característica marcante de qualquer líder o foco na ação. Planejamento, mobilização, decisão e capacidade de realização estabelecem um ritmo frenético totalmente baseado no fazer. Resultados tornam-se os grandes indicadores do sucesso do seu esforço e, consequentemente, são os elementos estruturadores de sua identidade. Líderes são pessoas de ação, não tem tempo a perder com contemplação. Conclusão errônea: liderança e espiritualidade habitam em duas esferas diferentes. A fim de desfazer este equívoco, "mergulhei" na rica tradição da espiritualidade cristã para identificar líderes que fizeram da espiritualidade o alicerce de sua liderança. Percebi que líderes realmente espirituais conseguiram equilibrar, de maneira impressionante, dois aspectos fundamentais: fecundidade e produtividade. Produtividade é a capacidade de produzir resultados; com ações eficientes, fazer coisas acontecerem. O resultado da produtividade é o produto. Líderes produtivos sempre têm produtos a apresentar. O problema é que máquinas e não somente pessoas podem gerar produtos. A fecundidade, por sua vez, é a capacidade de gerar e transmitir vida. Líderes fecundos são aqueles que produzem resultados externos sem causar o empobrecimento de sua vida interior. Não raro encontro pessoas altamente produtivas, mas vazias interiormente, enfrentando um cansaço que vai além do físico. Perderam-se na produtividade sem fecundidade. Paradoxalmente, apesar de toda sua produtividade exterior, encontram-se em um estado de esterilidade interior, que é oposto da fecundidade. Podemos fazer muitas coisas, produzir muito, porém, sem gerar vida. O legado da fecundidade são frutos, não produtos. O fruto é sempre um "resultado" de uma conexão vital. É a uva que nasce da conexão do ramo à videira. Para haver fruto é necessário haver vida. Eis porque os líderes fecundos realizaram coisas maravilhosas, criaram projetos bem sucedidos, demonstraram resultados, mas preservaram amizades, aprofundaram vínculos, não se tornaram pessoas intratáveis. Souberam orar e trabalhar, agir e contemplar, serem produtivas e ao mesmo tempo fecundas. É como disse muito bem Henry Nouwen: Não quero insinuar que a produtividade seja condenável ou tenha de ser menosprezada. Pelo contrário, produtividade e sucesso têm meios para realçar nossa vida enormemente. Porém, quando o nosso valor enquanto seres humanos depende daquilo que fazemos com nossas mãos e mentes, tornamo-nos vítimas da estratégia de medo empregada em nosso mundo. Quando a produtividade é a maneira principal que dispomos para sobrepujar as nossas próprias incertezas, ficamos extremamente vulneráveis à rejeição e às criticas e propensos à ansiedade e depressão. A produtividade não pode nunca proporcionar o sentimento profundo de pertença pelo qual ansiamos. Quanto mais produzimos, mais nos damos conta de que sucesso e resultados não conseguem dar-nos a sensação interna de estarmos no aconchego do lar. Com efeito, nossa produtividade, muitas vezes, revela-nos que somos impelidos pelo medo. Neste sentido, esterilidade e produtividade são o mesmo: ambas podem ser indícios de que duvidamos de nossa capacidade de viver uma vida fecunda. Liderança e espiritualidade não estão em mundos diferentes: se complementam, se reclamam mutuamente. Quando unidas, geram líderes altamente produtivos – e profundamente fecundos. | Autor: Eduardo Rosa

Visita Pastoral Uma Responsabilidade Dada Por Deus


Deus deu aos presbíteros de Sua Igreja a responsabilidade de pastorear seu Rebanho. Paulo diz em Atos 20.28 “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue” (ACF). Na mesma linha, Pedro escreveu em 1 Pedro 5.1-3 “Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho”(ACF). Esta não é uma tarefa pequena. Oficiais da igreja prestarão contas a Deus por deixar de lado seu ofício. Na verdade, Hebreus 13.17 diz “Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil”(ACF). Uma das principais maneiras de fazer essa supervisão é através da visita pastoral. Mesmo assim, triste dizer, visitas pastorais nem sempre são realizadas de uma maneira que permita às partes envolvidas colherem os melhores benefícios espirituais. Uma coisa que você pode fazer, para melhorar o benefício de uma visita pastoral, é se preparar para ela. Se as famílias se preparassem para as visitas pastorais, o tempo gasto nelas seria muito mais proveitoso. Então, como alguém pode se preparar? Fazendo um inventário espiritual Em primeiro lugar, use a ocasião de uma visita pastoral para fazer um inventário espiritual da sua vida. Examine a si mesmo, sua relação com Deus e outros (sua família, vizinhos, colegas de trabalho, o mundo, etc.), para determinar como você está espiritualmente. Procure respostas para perguntas do tipo: Como tenho certeza de que sou um cristão? Estou envolvido com estudos bíblicos regulares e oração? Posso dizer com certeza que estou, diariamente, morrendo para o pecado e vivendo mais honradamente? Com quais pecados estou lutando? Posso apontar para áreas da minha vida nas quais estou crescendo? Se você tem uma família, pergunte-se essas coisas: Como minha família está, espiritualmente? O que estou fazendo em relação às devocionais familiares? Consigo ver evidências da graça na vida de meus filhos? Meus filhos estão mostrando um crescente interesse pelas coisas do Senhor? Eles gostam de oração, leitura bíblica, ir aos cultos e cantar hinos e salmos? Se você se preparar dessa forma, será capaz de dar uma resposta substancial quando for questionado sobre seu crescimento espiritual. Além do mais, será espiritualmente beneficiado do tempo de autoexame. Sendo honesto sobre seus problemas Desse inventário espiritual deve fluir outra área de preparação. Existe alguma área, na sua vida cristã, na qual você está tendo algum problema? Em Tiago 5.16, nós somos chamados a confessar nossos pecados uns aos outros. A visita pastoral é a hora perfeita para se abrir e ser honesto sobre seus problemas. Você está enfrentando dificuldades ao estudar a Bíblia consistentemente ou nas devocionais familiares? Existe algum pecado, em particular, que continue te derrotar? Não espere até o problema tornar-se insuperável. Esteja preparado para compartilhar seus problemas e para procurar conselho e oração. Procurando o conselho de seus presbíteros A terceira área de preparação tem a ver com a solicitação direta por ajuda. Esteja preparado para perguntar àqueles que te visitam se eles veem alguma área na sua vida, que você tenha algum problema (ou na vida de seus familiares), que precise ser abordada. Não tenha medo de fazer esse tipo de pergunta. Todos nós estivemos cegos espiritualmente para algo em algum momento. Buscar o conselho daqueles que já passaram por situações parecidas trará a você percepções úteis para lidar com seus problemas. Da mesma maneira, pergunte aos seus presbíteros se há algo que você poderia fazer para servir ao Senhor. Todos nós prometemos apoiar o trabalho da igreja com nosso tempo, talentos e tesouros. Descobrir onde nós podemos ser úteis não somente nos abençoa como nos dá a oportunidade de ser benção para nossos irmãos e irmãs no Senhor. Seus médicos espirituais estão aqui para te servir Quando alguém vai ao médico fazer um check-up, geralmente pensa sobre como está se sentindo. Essa pessoa avalia suas várias dores e aflições procurando determinar quais são importantes e quais não. A tragédia é que, às vezes, essa pessoa pode errar ao não contar ao médico sobre um determinado sintoma por não considerá-lo importante, ou pior, por estar com medo do que possa significar. Porém, esse sintoma pode ser um sinal de alerta para alguma doença séria que poderia ser mais bem tratada se descoberta no estágio inicial. Se o problema é ignorado, a doença piora até que medidas extremas sejam necessárias, ou até que seja tarde demais. Seus presbíteros são médicos da alma. A tarefa deles será muito mais simples, e mais efetiva, se você examinar-se e falar aberta e francamente com eles sobre sua condição e necessidades espirituais. Lembre-se que uma grama de prevenção é melhor que um quilo de cura. Esse ditado é verdadeiro para nossa vida espiritual também. Vamos praticar medicina preventiva espiritual! Abaixo, está uma lista de perguntas que tanto presbíteros quanto congregantes podem utilizar para uma revisão antes de uma visita pastoral. Testem a si mesmos para saber se estão na fé; examinem a si mesmos. (2 Co 13.5) 1. Seu entendimento de si mesmo - Você tem certeza de que é um cristão? - Você está envolvido em estudo bíblico regular? Ou ainda, você está tendo alguma dificuldade com estudo bíblico regular ou devocionais familiares? - Como é sua vida de oração? Você ora regularmente? - Você pode apontar para áreas em sua vida nas quais você tenha crescido, recentemente? - Existe alguma área em sua experiência cristã na qual você esteja tendo dificuldade? - Existe algum pecado ou tentação, em particular, que continua a te derrotar? - Onde você gostaria de estar, espiritualmente, daqui a 1, 5 e 10 anos? 2. Seu entendimento de Deus - O que Deus te ensinou sobre Ele mesmo ultimamente? Ou, qual atributo de Deus tem sido mais significante para você nesses dias? - Existe alguma verdade/doutrina teológica com a qual você esteja tendo dificuldade, sinta-se confuso ou que precisa de esclarecimento? Alguma das suas crenças teológicas mudou? - Quais livros cristãos você leu ultimamente? - Você é capaz de compartilhar sua fé com outros? Se não, você estaria interessado em aprender a compartilhar? Você gostaria de ser discipulado? 3. Sua relação com o mundo - Se você tem uma família, como eles estão, espiritualmente? O que você está fazendo com relação a devocionais familiares (leitura bíblica, oração, catecismo, etc)? - Você vê alguma evidência da graça na vida de seus filhos? Eles estão demonstrando um interesse crescente pelas coisas do Senhor? Eles gostam de orar e ler a Bíblia? Eles são batizados? Eles estão prontos para fazer uma profissão de fé? - Como é seu relacionamento com seu cônjuge? Filhos? Outros? - Como outros veem sua caminhada cristã (casa, vizinhos, trabalho, igreja, etc)? - Como você está procurando afetar o mundo a sua volta com sua fé cristã? 4. Sua relação com a igreja - O que você gostaria de ver melhorado na nossa igreja? - O que você gosta na nossa igreja? - Qual conselho nós podemos te dar nesse momento? | Autor: Joseph A. Pipa Jr

Esboço A Fidelidade dos Obreiros do Senhor

Esboço A Fidelidade dos Obreiros do Senhor Texto Áureo: Fp. 2.19 – Leitura Bíblica: Fp. 2.19-29 INTRODUÇÃO Estamos diante de uma crise ministerial no contexto evangélico, existem líderes empresariais nas igrejas, mas poucos com autoridade espiritual. Na aula de hoje destacaremos a atuação espiritual de três obreiros do Senhor: Paulo e o seu amor pela igreja, Timóteo e sua aprovação para a liderança, e por último, Epafrodito, sua dedicação aos servos de Deus. Todos esses apresentam, como principal característica ministerial, a fidelidade ao Senhor. 1. PAULO, UM OBREIRO AMOROSO Paulo, conforme destacamos em Fp. 2.17, demonstrou ser um obreiro que estava disposto a sacrificar a própria vida em prol da obra de Deus. Lembramos que, para esse Apóstolo, o viver era Cristo, por conseguinte, ele não tinha a sua vida por preciosa (Fp. 1.21; At. 20.24). Diferentemente de muitos supostos pastores dos dias atuais, Paulo não buscava seus próprios interesses, antes punha Cristo em foco, e buscava o melhor para o rebanho. Ele sabia o real significado do pastorado, algo que tem sido esquecido pelas gerações modernas, que, no contexto bíblico, sempre esteve associado ao sacrifício (Jo. 10.11-16). Essa é justamente a prova maior do amor, a disposição para entregar a própria vida pelo outro. Por isso somente podem dizer “não vivo eu, mas Cristo vive em mim” (Gl. 2.10) aqueles que encarnam a condição sacrificial de Cristo, o desprendimento para carregar as marcas da cruz de Cristo. Se preciso fosse Paulo morreria por causa do evangelho de Jesus Cristo, ofereceria sua vida como libação a favor do serviço pelos outros (II Tm. 4.6). E mais ainda, assim o faria não por constrangimento, mas com alegria proveniente do alto, produzida pelo Espírito (Fp. 2.18). Enquanto muitos procuram felicidade nos livros de autoajuda, Paulo nos dá, para este tempo, uma instrução a fim de obtermos a verdadeira alegria. O cristão não é feliz, ele simplesmente é mais do que feliz, é bem-aventurado, independentemente das circunstâncias. A alegria que vem de cima, que parte de Deus, gerada pelo Espírito (Gl. 5.22), é contagiante. Ninguém gosta de estar perto de crentes que somente murmuram e provocam contendas. Paulo, ao invés de desanimar a igreja, estimula a alegria mútua, fundamentada no amor. Precisamos de obreiros com conhecimento bíblico, mas também com amorosos, para não incharem (I Co. 8.3). 2. TIMÓTEO, UM OBREIRO APROVADO Timóteo, o jovem obreiro do Senhor, foi aprovado por Deus, e escolhido por Paulo. Sabemos, a partir de II Tm. 1.5, que sua mãe e avó eram crentes em Jesus. O próprio Timóteo era conhecedor das Escrituras, por isso não tinha do que se envergonhar, pois manejava bem a Palavra da Verdade (II Tm. 2.15). Mas Timóteo não apenas conhecida a Palavra de Deus, ele a exercitava, principalmente no que tange ao companheirismo ministerial. Timóteo se converteu na primeira viagem missionária de Paulo e uniu-se ao Apóstolo durante sua segunda viagem missionária (At. 16.1,2). Paulo destaca que Timóteo era seu filho na fé (I Tm. 1.2), cooperador na labuta (Rm. 16.21), mensageiro às igrejas (I Ts. 3.6; I Co. 4.17). A competitividade ministerial está distanciando cada vez mais os obreiros uns dos outros. A carência de “Timóteos” já é sentida no contexto pastoral, obreiros servos nos quais se possa confiar nos momentos de adversidade. A disputa por espaços, limitados no sistema eclesiástico institucionalizado, tem gerado desconforto, e até enfermidades entre os obreiros. É triste constatar que até mesmo subterfúgios mundanos estão sendo usados para descredenciar desafetos no ministério. Que Deus levante, nesta geração, verdadeiros “Timóteos”, obreiros simples, em alguns casos jovens (I Tm. 4.12), mesmo tímidos (II Tm. 1.7,8), alguns doentes (I Tm. 5.23), mas que sejam aprovados por Deus (Fp. 2.22), que cuidem dos interesses de Cristo (Fp. 2.21) e da Sua igreja (Fp. 2.20). Paulo elogia Timóteo, dizendo que não tem outra pessoa com “igual sentimento”, isopsychos em grego, isto é, alguém que pensava com Ele, e com Cristo (I Co. 12.15,16). A principal dificuldade dos obreiros do presente é a de encontrarem sucessores, pessoas para as quais eles possam “passar o bastão”. O apadrinhamento ministerial tem sido danoso para a igreja contemporânea. As pessoas estão sendo consagradas não por critérios espirituais, mas pela aproximação com alguma autoridade eclesiástica. Nos tempos de eleições convencionais o interesse por eleitores acaba sobrepujando a de obreiros aprovados, comprometidos com a seara do Senhor. Que Deus, nestes dias difíceis, desperte “Timóteos” para a Sua obra, homens que não busquem status, mas, sobretudo, disposição para servir (Fp. 2.22). 3. EPAFRODITO, UM OBREIRO DEDICADO Esse valoroso obreiro do Senhor somente é citado na Epístola de Paulo aos Filipenses. Por pouco não se tornou um daqueles obreiros anônimos. Não podemos esquecer que a obra de Deus é feita também por aqueles que trabalham na surdina. Não são poucos aqueles que se gastam em prol do Reino de Deus, que não fazem promoção pessoal dos seus trabalhos. Eles são esquecidos pelas autoridades eclesiásticas, às vezes passam despercebidos na igreja local. Mas Deus, nos altos céus, acompanha a labuta de cada um deles, e em tempo oportuno, reconhecerá tal trabalho (Mt. 25.21). Epafrodito significa “amável” e seu caráter tem tudo a ver com esse nome, pois não media esforços para servir ao Senhor e aos Seus obreiros com amor. Ele foi o portador da Epístola de Paulo aos Filipenses, também levou uma oferta coletada pelos irmãos daquela igreja ao Apóstolo, e com a intensão de assisti-lo na prisão em Roma (Fp. 2.25, 30, 4.18). Paulo destaca algumas características desse obreiro dedicado: irmão, parece um atributo de menor importância, mas essa é a maior qualidade de um obreiro (Fp. 2.25), cooperador, alguém que se coloca à disposição para ajudar (Fp. 2.25), companheiro, alguém que não deixou Paulo sozinho na hora da luta (Fp. 2.25). Mas Epafrodito não era perfeito, tinha suas limitações, como todo obreiro do Senhor. Contrariando a teologia da saúde, que permeia alguns ciclos evangélicos, Epafrodito adoeceu. Não podemos condicionar a espiritualidade do crente à sua saúde física e/ou mental. O Deus da Bíblia é o mesmo, Ele ainda cura hoje, mas soberanamente, às vezes, decide não curar. Epafrodito não apenas adoeceu, ele quase morreu, trazendo preocupação a Paulo. A morte de Epafrodito não entristeceria a Paulo por causa da sua possível partida, mas pelo sacrifício daquele obreiro pela causa do Apóstolo, e da sua distância de casa. A doença de Epafrodito tem um aspecto mental, pois ele “tinha muitas saudades” e estava “muito angustiado” (Fp. 2.26,27). Qualquer obreiro do Senhor pode passar por adversidade, sofrer por motivo de enfermidade, seja ela física ou mental. No caso de Epafrodito, o Senhor restituiu Sua saúde, confortando o coração de Paulo, que o enviou de volta a Filipos. E mais interessante, orientando que Epafrodito não fosse recebido como um desertor, mas com alegria e honra, como um obreiro dedicado à obra do Senhor (Fp. 2.29). CONCLUSÃO Três obreiros, três características, que podem ser resumidas em uma palavra: fidelidade. As vidas de Paulo, Timóteo e Epafrodito servem de estímulo aos obreiros desta geração. Que os jovens obreiros possam aprender, a partir desses exemplos, e de tantos outros de obreiros fiéis, a discernir o real significado do ministério cristão. O legado desses obreiros fiéis do Senhor é o amor sacrifical, a aprovação pela Palavra e a dedicação ao serviço. BIBLIOGRAFIA BARTH, K. Epistle to the philippians. Louisville: Westminster John Knox Press, 2002. WIERSBE, W. W. Philippians: be joyfull. Colorado: David Cook, 2008. | Autor: Prof. José Roberto A. Barbosa

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

PREVINA-SE DA MARCA


Previna-se da Marca Previna-se da Marca
Previna-se da Marca REVELADAS PELOS CAPÍTULOS 10 E 24 DO EVANGELHO DE MATEUS EM ORDEM CRONOLÓGICA MATEUS 24.3 E, estando assentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos, em particular, dizendo: Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá DA TUA VINDA E DO FIM DO MUNDO? O Princípio das Dores 24.4 E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, QUE NINGUÉM VOS ENGANE, Previna-se da Marca 24.5 porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. 24.6 E ouvireis de GUERRAS e de rumores de guerras; olhai, NÃO VOS ASSUSTEIS, porque é mister que isso tudo aconteça, mas AINDA NÃO É O FIM. Previna-se da Marca 24.10 Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão. 24.7b... E haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. 24.8 Mas TODAS ESSAS COISAS SÃO O PRINCÍPIO DAS DORES. Previna-se da Marca A Grande Tribulação 24.9 Então, vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome. Previna-se da Marca 10.21 E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai, o filho; e os filhos se levantarão contra os pais e os matarão. 24.11E levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. 24.12 E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos se esfriará. 24.13 Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. 24.15 Quando, pois, virdes O ABOMINÁVEL DA DESOLAÇÃO de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), 24.16 então, os que estiverem na Judéia FUJAM PARA OS MONTES; 24.17 quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; 24.18 e QUEM ESTIVER NO CAMPO NÃO VOLTE ATRÁS para buscar a sua capa. 10.17 E acautelai-vos dos homens; porque vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas; Previna-se da Marca 10.18 por minha causa sereis levados à presença de governadores e de reis, para lhes servir de testemunho, a eles e aos gentios. 10.19 E, quando vos entregarem, não cuideis em como ou o que haveis de falar, porque, naquela hora, vos será concedido o que haveis de dizer, 10.20 visto que não sois vós os que falais, mas o Espírito de vosso Pai é quem fala em vós. 24.19 Mas ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias! 24.20 E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado, 24.21 porque haverá, então, GRANDE TRIBULAÇÃO, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá jamais. Previna-se da Marca 24.22 E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos escolhidos, serão abreviados aqueles dias. 10.22 E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo. 10.23 Quando, porém, vos perseguirem numa cidade, FUGI para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel, até que venha o Filho do Homem. 10.26 Portanto, não os temais; pois NADA HÁ ENCOBERTO, QUE NÃO VENHA A SER REVELADO; NEM OCULTO, QUE NÃO VENHA A SER CONHECIDO. 10.27 O QUE VOS DIGO ÀS ESCURAS, DIZEI-O A PLENA LUZ; E O QUE SE VOS DIZ AO OUVIDO, PROCLAMAI-O DOS TELHADOS. 10.28 Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo. 10.29 Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. 10.30 E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados. 10.31 Não temais, pois! Bem mais valeis vós do que muitos pardais. 10.32 Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus; 10.33 mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus. 24.23 Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui ou ali, não lhe deis crédito, 24.24 porque surgirão falsos cristos e FALSOS PROFETAS e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. 24.25 Eis que eu vo-lo tenho predito. 24.26 Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto! Não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa! Não acrediteis. 24.27 Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser A VINDA DO FILHO DO HOMEM. 24.28 Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres. 24.14 E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. ENTÃO, VIRÁ O FIM. 24.7a Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino... A Vinda de Jesus 24.29 Logo em seguida à TRIBULAÇÃO daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. 24.30 Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. Previna-se da Marca 24.31 E ele enviará os seus anjos, com grande clamor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus. 24.36 Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. 24.37 Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. Previna-se da Marca 24.38 Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, 24.39 e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. 24.40 Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro; 24.41 duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra. 24.42 Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. 24.43 Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. 24.44 Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá. 24.45 Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? 24.46 Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. 24.47 Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens. 24.48 Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu senhor demora-se, 24.49 e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios, 24.50 virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe 24.51 e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes. 24.32 Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. 24.33 Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. 24.34 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. 24.35 Passarão o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão. Compilado por RODRIGO PIRES DE OLIVEIRA

Deus, meu defensor Salmo 4


Deus, meu defensor
Ó Deus, defensor dos meus direitos, responde-me quando eu te chamar! Eu estava em dificuldade, mas tu me ajudaste. Tem misericórdia de mim e ouve a minha oração! Homens poderosos, até quando vocês vão me insultar? Até quando amarão o que não tem valor e andarão atrás de falsidades? Lembrem que o SENHOR Deus trata com cuidado especial aqueles que são fiéis a ele; o SENHOR me ouve quando eu o chamo. Tremam de medo e parem de pecar. Sozinhos e quietos nos seus quartos, examinem a sua própria consciência. Ofereçam sacrifícios como o SENHOR exige e ponham a sua confiança nele. Há muitas pessoas que oram assim: “Dá-nos mais bênçãos, ó SENHOR Deus, e olha para nós com bondade!” Mas a felicidade que pões no meu coração é muito maior do que a daqueles que têm comida com fartura. Quando me deito, durmo em paz, pois só tu, ó SENHOR, me fazes viver em segurança.

"O Filho do Homem virá à hora que não imaginais"


"Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós." Tiago 4:7 Pensamento: Devemos nos sujeitar a Deus e andar em conformidade com a Sua palavra, vivendo o evangelho com obediência, santidade e novidade de vida. Através da oração, jejum, alimento sólido e fruto do Espírito, poderemos resistir, opor-se, fazer frente, defender-se, e enfrentar os dardos inflamados do diabo. Quando nos sujeitamos a Deus somos revestidos de poder, unção e autoridade, e então resistimos ao diabo, ladrão, pai da mentira, acusador e príncipe das trevas, e ele sem ter como nos vencer é obrigado a fugir. Aleluia. Oração: Deus eu resisto toda obra do diabo, em nome de Jesus, declaro que minha vida é santa, separada, e entregue ao Senhor. Meu desejo é que se cumpra Sua vontade e Seu propósito em minha vida. Cancelo toda armadilha do inimigo, em nome de Jesus, declaro visão espiritual aberta para que eu seja vigilante e não me deixe levar pelas artimanhas do diabo. Eu oro em nome de Jesus. Amém.

"E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo."


"E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo." Apocalipse 20:15 Pensamento: Quem não for achado escrito no Livro da Vida será entregue à punição eterna, no lago que arde com fogo e enxofre, junto com o diabo e seus anjos, a besta e o falso profeta. E você, têm seu nome escrito no livro da vida ? Já se arrependeu dos seus pecados ? Confessou Jesus cristo como seu Senhor e Salvador ? Ore e peça ao Senhor que escreva seu nome no livro da vida, tenha uma vida com Cristo e viva a eternidade com o Senhor. Oração: Pai querido, se meu nome ainda não está escrito no livro da vida, por favor escreva, pois quero passar a eternidade com o Senhor. Perdoa meus pecados, perdoa pelas vezes que andei tão ocupado com as coisas deste mundo e abandonei o Senhor. Confesso Jesus como meu Senhor e Salvador. E obrigado por ter enviado Seu filho amado, para morrer em meu lugar e trazer salvação para mim. Eu oro em nome de Jesus. Amém.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Porque fazer missões em Portugal


O cristianismo foi apresentado à Europa Meridional pelo apóstolo Paulo em uma de suas viagens missionárias. As boas novas de Jesus Cristo espalharam-se por todo o Império Romano, que na época incluía a Espanha, Portugal, França, Itália e Grécia. A Europa é também conhecida como o berço da teologia ocidental. Foi aqui que viveram grandes vultos da teologia como William Tyndale, Ulrich Zwínglio, João Calvino e quem nunca ouviu falar em Martinho Lutero; todos estes engajados no Movimento da Reforma Protestante. Contudo, hoje o sul da Europa representa uma das regiões menos evangelizadas do mundo! Sabemos que a história é cíclica, ou seja, de quando em quando ela se repete. Isto pode ser constatado hoje quando o cenário religioso europeu não é diferente dos dias da Reforma Protestante. Mas Deus já está agindo, e está levantando um povo que não está conformado com esta realidade. Sensibilizados com este triste cenário teológico, a Assembléia de Deus Missões coloca-se a disposição do Senhor para ser este instrumento que trará o reavivamento da Palavra de Deusa à Portugal e Europa como um todo. Martinho Lutero já não existe mais (cf. Jos. 1.2), hoje Deus conta conosco! Somos os responsáveis por esta geração! “Muitos europeus estão desiludidos com as religiões tradicionais e estão procurando preencher este vazio com materialismo, ocultismo, ateísmo, prostituição, drogas, álcool e jogo. Na Itália, há três vezes mais adivinhos para consultas do que padres católicos. Na Espanha e em Portugal, a violência doméstica é desenfreada – mesmo entre os convertidos! Escondido atrás dos belos rostos do sul da Europa, com uma história cultural rica, existe um cenário de indignidade, materialismo, drogas e desilusão com as religiões tradicionais. Estima-se que 90 por cento de portugueses consulta médiuns espirituais e feiticeiros” (Operation World) Os casamentos homossexuais foram legalizados na Espanha em Junho de 2005. Em Portugal “Duas cidadãs portuguesas apresentaram o pedido de casamento numa Conservatória do Registo Civil, em Aveiro. O casamento homossexual é proibido de acordo com a lei nacional, mas descriminações com base na orientação sexual também são proibidas, na Constituição portuguesa1. Oremos para que muitos mais corações na Europa Meridional venham a se encontrar o Deus vivo e verdadeiro. Onde Estamos Estamos situados na Freguesia de Quinta do Conde, Concelho de Sesimbra, Distrito de Setúbal, aproximadamente 25 km. ao Sul de Lisboa, capital de Portugal. A Quinta do Conde conta com 16.567 habitantes, distribuídos numa área de 14,22 km. Via de regra, também passa por todos os problemas acima descritos e por isso mesmo justifica nossa estada aqui como igreja. Temos centrado esforços para alcançar as almas para o reino do Senhor Jesus, mas estamos bastante conscientes de que é um trabalho árduo e persistente, pois a resistência ao evangelho é muito forte, em função do pesado fardo do tradicionalismo religioso. A idolatria em Portugal está arraigada na cultura do seu povo. Não obstante essa tradição religiosa, não são abertos ao diálogo religioso. São carregados de preconceitos e até discriminação contra os evangélicos. Mas estamos avançando, "pois as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas; derribando raciocínios e todo baluarte que se ergue contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo" (2Co 10.4-5). SOLI DEO GLÓRIA!

As 4 estações do Casamento


-Tema: FAMÍLIA Cantares 2.11-13 -Introdução: Nesta linda poesia de amor, autor dos Cânticos dos Cânticos cita a primavera, o verão, o outono e o inverno. O noivo anuncia para sua amada que chegou a primavera e o inverno já se foi. As quatro estações do ano têm as suas peculiaridades e podem ser um exemplo para a vida conjugal. Como está o clima do seu Casamento? Comparamos as quatro estações do ano com períodos do relacionamento conjugal: 1ª estação> PRIMAVERA: v.12 “aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves” A primavera é marcada pela beleza das flores e do canto dos pássaros. Alguns cuidados tomados na primavera são a exposição ao sol, pois os dias são mais longos e alergias devido ao intenso cheiro de pólen das flores. Praticamente todos os relacionamentos começam com uma primavera romântica. Tudo parece belo e formoso. Desde o cheiro no ar ao som do canto de pássaros são agradáveis e contribuem para o bem estar do casal. Todo casal precisa aproveitar a primavera do seu relacionamento e guardar sua beleza o máximo possível. Ainda há flores e perfumes em seu casamento? Anuncie a chegada da primavera para seu cônjuge! 2ª estação> VERÃO: v.11 “cessou a chuva e se foi” O verão é marcado pelo calor e muita chuva. As férias e passeios agradáveis também fazem parte deste tempo. Neste período é necessário tomar cuidado para se proteger dos temporais que podem surgir a qualquer momento. Quando o verão chega ao casamento, a relação se torna mais quente. Contudo alguns temporais tendem a perturbar a paz do casal. O casal deve aproveitar ao máximo as oportunidades de lazer, sem esquecer que as férias passam rapidamente e logo recomeçarão sua rotina de vida. Se vier uma tempestade é só aguardar que ela passa e logo o sol volta a brilhar. Seu casamento ainda está quente? Proteja-se dos temporais! 3ª estação> OUTONO: v.13 “a figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma” O outono é o tempo das frutas. As frutas trazem as vitaminas necessárias para a saúde, bem como o prazer de saboreá-las. Durante o outono o ar se torna mais árido, então é preciso tomar cuidado para hidratar o corpo e se proteger de doenças respiratórias. Quando um casal começa a colher frutos de seu relacionamento, então é sinal de que o outono já chegou. Os filhos, a conquista de bens e a realização de sonhos podem ser considerados frutos do outono do casamento. Contemplar os frutos traz prazer ao relacionamento do casal. Você tem frutos em seu casamento? Nunca se esqueça das bênçãos recebidas! 4ª estação> INVERNO: v. 11“porque eis que passou o inverno” O inverno é um período frio e de noites mais longas. Este é um tempo de comer e dormir mais. É preciso agasalhar para proteger-se do inverno. As comidas quentes são uma boa forma de se aquecer e alimentar-se. Quando o inverno chega ao casamento não podemos deixar o amor dormir nem esfriar. É preciso tomar atitudes calorosas para reacender o amor. A indiferença é a pior forma de frieza que um relacionamento pode enfrentar. Quando as noites parecem ser longas e frias é bom aproveitar para se resguardar e ficar juntos, pois “se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará” (Eclesiastes 4.11). Sua vida conjugal está esfriando? Aqueça seu casamento com amor! Depois do inverno vem a Primavera! -CONCLUSÃO: Eclesiastes 3.1 “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” Precisamos sempre lembrar que tudo passa e depois do inverno sempre vem a primavera novamente. Se enfrentarmos os momentos como se fossem durar para sempre não temos condições de vencer os momentos difíceis. Saber que tanto as alegrias como as tristezas são passageiras nos dão sabedoria para saber esperar. Em qual estação está o seu casamento? Aproveite cada período com amor! Veja este isled:

Chamado e Capacitado por Deus


-Tema: MISSÃO Juízes 6.11-24 e 36-40 -Introdução: Podemos notar que vários servos de Deus estavam trabalhando quando foram chamados por Deus. Por exemplo: Abrão deixou sua terra; Moisés deixou o seu rebanho quando viu a sarça ardendo; Eliseu estava lavrando com 12 juntas de bois; André e Simão estavam pescando e Levi trabalhando na coletoria. Gideão estava malhando o trigo escondido com medo dos ladrões de colheita quando Deus falou com ele que tinha um propósito para sua vida. Como você foi chamado por Deus? Vamos refletir dois aspectos importantes do chamado: 1- Preparação para o Chamado: v.12-14 Para tudo que vamos fazer precisamos das ferramentas corretas. Assim também no chamado de Deus precisa ser exercido de maneira correta. Deus disse que gideão precisava de: -CORAGEM: v.12. Usou a coragem que Deus lhe deu para destruir o altar de Baal. -FORÇA: v.14. Em todo tempo Gideão precisou ser forte para enfrentar tudo. Deus sempre nos dá condições de enfrentar as barreiras no ministério, precisamos apenas nos dispor diante de Deus e agir com coragem. O medo e a dúvida são as maiores barreiras para servir a Deus. A força que lutamos não é nossa, mas vem de Deus (Josué 1.9). Deus te capacita para exercer o chamado! 2- A comprovação do Chamado: v.21,36-40 O chamado passa por provas que são testes com objetivo de aprovar o obreiro para servir ao Senhor. Gideão recebeu provas de seu chamado: -OFERTA: v.21. Deus aceitou a oferta de Gideão como prova de que era um servo de Deus. -SINAIS: v.36-10. Gideão recebeu sinais que comprovavam que era Deus mesmo quem o estava chamando. Quando somos chamados por Deus, o Senhor aceita nossa oferta, que é o que lhe oferecemos de coração, mesmo sendo imperfeitos. Os sinais de Deus são manifestos em nossas vidas para mostrar que em tudo Deus está conosco. Deus comprova o seu chamado para te ajudar! Não duvide de seu chamado! -CONCLUSÃO: Somos chamados e escolhidos por Deus, isso Ele faz porque nos ama e quer que façamos parte de Sua Obra na terra. Deus nos dá força e coragem para fazer a obra quando precisamos, aceita nossa oferta de amor e nos dá sinais de sua presença conosco. Deus está te chamando!

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Janela 10/40 - Prioridade Mundial de Evangelização.

Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com suas etnias e idiomas tenha sido confrontada com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40° O termo “Janela 10/40” originou-se com Luis Bush diretor International AD2000 & Beyond Movement durante a 2ª Conferência de Lausanne, em Manila, em Julho de 1989. Desde então, tem sido usado por Missiólogos e autoridades eclesiásticas no mundo. Representa uma grande multidão de cerca de 2,7 bilhões de pessoas que ainda são objeto dos empreendimento missionários do povo de Deus. A área de maior perseguição atualmente fica na Janela 10/40, a faixa compreendida entre os paralelos 10" e 40", onde vivem 97% das pessoas menos evangelizadas do mundo. Essa área retangular se estende do oeste da África até a Ásia, entre os paralelos 10 e 40 ao norte do Equador. Há 1,6 bilhões de muçulmanos, hindus e budistas vivendo nessa "janela" e em alguns países a Igreja foi quase que eliminada como resultado da opressão islâmica. A população cristã lá é menor que 2%, uma pequena, porém, preciosa minoria. Outra área crítica na Janela 10/40 é a China. Pastores e evangelistas são detidos todos os dias. Igrejas nos lares são fechadas e seus líderes ameaçados. Muitos são presos por portarem simpleamente a Bíblia. E, apesar do declínio do comunismo na Europa, a China ainda mantém uma posição ateísta inflexível, piorando a situação da Igreja lá. Os países com as maiores populações não-cristãs são: China , Índia , Indonésia , Japão , Bangladesh , Paquistão ,Turquia e Irã, todos na Janela 10/40°. Países da Janela: 01 - KUWAIT Localização: Golfo Pérsico 5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas Evangelismo Restrito02 - IRÃ Localização: Golfo Pérsico 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Xiitas e alguns Sunitas Evangelismo Proibido03 - EGITO Localização: Oriente Médio 0,8% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Restrito04 - ISRAEL Localização: Oriente Médio0,35% de Cristãos evangélicos Predominante: Judeus e alguns Muçulmanos Evangelismo Restrito05 - BRUNEI Localização: Sudoeste da Ásia 0,6% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Budistas Evangelismo Restrito06 - LÍBIA Localização: Norte da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Proibido07 - SOMÁLIA Localização: Leste da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Proibido08 - BANGLADESH Localização: Ásia Central 2% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Hindus Evangelismo Restrito09 - BURKINA-FASO Localização: Oeste da África 3% de Cristãos evangélicos Predominante: Animistas e alguns Muçulmanos Evangelismo Restrito10 - UZBEQUISTÃO Localização: Leste da Ásia 0,001% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito11 - TADJIQUISTÃO Localização: Leste Asiático 0,001% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito12 - LÍBANO Localização: Oriente Médio 4,3% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Xiitas e alguns Sunitas Evangelismo Permitido13 - MALÁSIA Localização: Sul da Ásia 2% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos, alguns Budistas e Hindus Evangelismo Restrito14 - PAQUISTÃO Localização: Oeste da Ásia 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas Evangelismo Restrito15 - ÍNDIA Localização: Ásia Central 1% de Cristãos evangélicos Predominante: Hindus e alguns Muçulmanos Evangelismo Restrito16 - BUTÃO Localização: Ásia Central 0,3% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas e alguns Muçulmanos Evangelismo Restrito17 - MALI Localização: Oeste da África 0,9% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e algumas Crenças Tradicionais Evangelismo Permitido18 - NEPAL Localização: Ásia Central 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Hindus e alguns Budistas Evangelismo Restrito19 - CHINA Localização: Leste da Ásia 4% de Cristãos evangélicos Predominante: Não religiosos(Ateus) e Folclóricos Chineses Evangelismo Restrito20 - QATAR Localização: Golfo Pérsico 0,007% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Proibido21 - OMÃ Localização: Golfo Pérsico 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Evangelismo Proibido22 - NIGÉRIA Localização: Oeste da África 17% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Animistas Evangelismo Restrito23 - MAURITÂNIA Localização: África do Norte 0,0% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Proibido24 - ARÁBIA SAUDITA Localização: Golfo Pérsico 0,007% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Proibido25 - AZERBAIJÃO Localização: Leste da Ásia 0,003% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Restrito26 - EMIRADOS ÁRABES UNIDOS Localização: Golfo Pérsico 0,7% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas Evangelismo Proibido27 - DJIBUTI Localização: Leste da África 0,03% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Proibido28 - TURQUEMENISTÃO Localização: Leste da Ásia 0,001% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito29 - KAZAQUISTÃO Localização: Leste da Ásia 0,004% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito30 - MALDIVAS Localização: Centro Sul Asiático 0,0% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Proibido31 - SUDÃO Localização: Leste da Ásia 3% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Animistas Evangelismo Restrito32 - GUINÉ Localização: Oeste da África 0,75% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Animistas Evangelismo Restrito33 - BENIN Localização: Oeste da África 2% de Cristãos evangélicos Predominante: Crenças Tradicionais e alguns Muçulmanos Evangelismo Permitido34 - ALBÂNIA Localização: Sul da Europa 5% de Cristãos evangélicos Predominante: Ortodoxos e alguns Muçulmanos Evangelismo Restrito35 - IEMEM Localização: Oriente Médio 0,01% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Proibido36 - ETIÓPIA Localização: Leste da África 10% de Cristãos evangélicos Predominante: Ortodoxos, Sunitas e Crenças Tradicionais Evangelismo Permitido37 - TUNÍSIA Localização: Norte da África 0,001% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Proibido38 - JORDÂNIA Localização: Oriente Médio 0,4% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Restrito39 - AFEGANISTÃO Localização: Leste da Ásia 0,2% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas Evangelismo Restrito40 - TAILÂNDIA Localização: Sudoeste da Ásia 0,3% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas Evangelismo Restrito41 - INDONÉSIA Localização: Norte da Ásia 0,01% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Hindus Evangelismo Restrito42 - MARROCOS Localização: Norte da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Proibido43 - VIETNÃ Localização: Sudoeste da Ásia 0,6% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas e Crenças Tradicionais Evangelismo Restrito44 - MYANMAR Localização: Sudoeste da Ásia 4% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas e alguns Muçulmanos Evangelismo Permitido45 - CAMBOJA Localização: Sul da Ásia 0,05% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas Evangelismo Restrito46 - SENEGAL Localização: Oeste da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Restrito47 - JAPÃO Localização: Leste da Ásia 0,3% de Cristãos evangélicos Predominante: Shinto / Budistas Evangelismo Permitido48 - NIGÉR Localização: Oeste da África 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Animistas Evangelismo Restrito49 - LAOS Localização: Sudoeste da Ásia 1,9% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas Evangelismo Restrito50 - IRAQUE Localização: Golfo Pérsico 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Xiitas e alguns Sunitas Evangelismo Restrito51 - TAIWAN Localização: Leste da Ásia 3% de Cristãos evangélicos Predominante: Folclórica Chinesa e alguns Sunitas Evangelismo Permitido52 - TIBET Localização: Oeste da China 0,02% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas Evangelismo Restrito53 - TURQUIA Localização: Oeste da Ásia 0,03% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Restrito 54 - SÍRIA Localização: Oriente Médio 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas e alguns Xiitas Evangelismo Proibido55 - GUINÉ-BISSAU Localização: Oeste da África 1,2% de Cristãos evangélicos Predominante: Animistas e alguns Muçulmanos Evangelismo Restrito56 - QUIRQUISTÃO Localização: Leste da Ásia 0,003% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Ortodoxos Russos Evangelismo Restrito57 - SAARA OCIDENTAL Localização: Norte da África 0,0% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Evangelismo Proibido58 - SRI LANKA Localização: Ásia Central 0,9% de Cristãos evangélicos Predominante: Budistas, alguns Hindus e Muçulmanos Evangelismo Restrito59 - BANRAILocalização: Golfo Pérsico 1,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos e alguns Hindus Evangelismo Proibido60 - ARGÉLIA Localização: Norte da África 0,01% de Cristãos evangélicos Predominante: Muçulmanos Sunitas Evangelismo Proibido61 - CORÉIA DO NORTE Localização: Leste da Ásia 0,5% de Cristãos evangélicos Predominante: Não religiosos(Ateus) e Crenças Tradicionais Evangelismo Proibido62 - MONGÓLIA Localização: Centro-Norte da Ásia 0,1% de Cristãos evangélicos Predominante: Não religiosos(Ateus) e Crenças Tradicionais Evangelismo Restrito (Extraído do Jornal Paixão pelas Almas - SEMIPA) Sua Oração e Contribuição Vale Almas!

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O RIO QUE FLUI DO TRONO


1 O RIO QUE FLUI DO TRONO Depois disto, o homem me fez voltar à entrada do templo, e eis que saíam águas de debaixo do limiar do templo. Ez.47.1 Salmo 46. 4 Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. 5 Deus está no meio dela; jamais será abalada; Deus a ajudará desde antemanhã. PROPÓSITO: Meu propósito é falar acerca do rio de Deus e narrar a forma pela qual se dá o seu curso e quais são suas conseqüências, e aquilo que o rio faz até a sua chegada em nossas vidas. O rio de Deus tem um curso e o passar de suas correntes por este curso trás uma série de boas conseqüências. Entretanto, para narrar estas peculiaridades a respeito do rio de Deus, é necessário falar acerca de coisas reveladas concernentes ao céu e sua natureza. Pois é fundamental que saibamos das coisas concernentes ao céu e seus atributos. Pois existe um despertar de nosso espírito para esse assunto. Nosso espírito possui uma santa curiosidade por esta matéria. Primeira premissa: Todos nós almejamos ir morar no céu! Todos nós queremos passar a eternidade no céu! Isto é muito bom. Porém, lamentamos o fato de conhecermos pouco ou quase nada acerca das coisas celestiais. Você já parou para pensar nisto? No máximo que abrangemos em nosso conhecimento apenas 1% das coisas concernentes ao céu, isto é, de todo conhecimento adquirido na escola, na vida, nas experiências, não abrange 1% do entendimento das coisas celestiais; ou seja, somos muito terrenos. De fato, cerca dos outros 99% do nosso conhecimento estão em coisas concernentes a esta terra, ao mundo a nosso redor, a esta vida e o meio pelo qual interagimos com ela, em nosso trabalho, profissão, sustento, relacionamento familiar e etc. É de se alarmar o fato de sabermos tão pouco acerca das coisas concernentes ao céu e estarmos tão vinculados a esta terra. Assim, esquecemos ou nos alienamos em buscar a sabedoria do alto e as coisas lá de cima. Mas, glória Deus! Nesta noite aprenderemos um pouco mais das coisas do celestiais. “mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” 1 Coríntios 2:9 Ao Jesus vir para este mundo, ele tinha um tema central. E o tema central de Jesus é o reino dos céus: “É chegado o reino dos céus.” (seu sermão, suas parábolas, etc.) Logo, se vamos passar a eternidade no céu, não seria coerente conosco mesmo se pudéssemos aprender mais acerca das coisas celestiais. Deveríamos nos ocupar com as 2 coisas do alto onde Cristo está. Da mesma forma Você já parou para meditar em como será sua vida celestial, e que esta realidade espiritual está mais próxima do que você possa imaginar. Devemos meditar nisto porque o tempo está findando (estimulo) “Porque, ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não tardará;” Hebreus 10:37 “E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras.’ Apocalipse 22:12 BREVIDADE DE NOSSA VIDA HUMANA Outro aspecto que quero abordar trata-se da brevidade de nossa vida terrena contrastada com nossa vida eterna. 4 Dá-me a conhecer, SENHOR, o meu fim e qual a soma dos meus dias, para que eu reconheça a minha fragilidade. 5 Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos; à tua presença, o prazo da minha vida é nada. Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade. 6 Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta; amontoa tesouros e não sabe quem os levará. 7 E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança. Sl.39.4-7. Jonh Bervere compara nossa vida terrena com uma fração de zero comparada com a vida celestial; pois qualquer que seja a longevidade de nossos dias aqui na terra, é considerado quase nada comparado com o tempo ilimitado que teremos na eternidade. Isto não é novidade, novidade é saber que se passaremos tão pouco tempo neste mundo, e que apesar disto, vivemos neste mundo pensando somente como se nunca viéssemos a sair dele. Passamos a absoluta parte de nosso tempo aqui na terra dispensando este pouco tempo justamente para estas coisas terrenas. Sabendo que tal, pode inferir e agregar em maior ou menor valor a nosso tempo celestial. Ora, se vamos passar este curto período de tempo aqui, não seríamos mais justos conosco mesmo se pudéssemos administrar nosso tempo e utilizá-lo como recurso para investir onde de fato passaremos a eternidade. Queridos, não lhes peço para viver num ostracismo, isto é, uma vida alienada das coisas que acontecem a nosso redor. E sim, uma vida de equilíbrio, isto é 50% e 50%. Jesus disse; “13 Mas, agora, vou para junto de ti e isto falo no mundo para que eles tenham o meu gozo completo em si mesmos. 14 Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou. 15 Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. 16 Eles não são do mundo, como também eu não sou. 17 Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. 18 Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.” Jo.17.13-18. Glória a Deus! Pois estamos neste mundo, mas não devemos ser contagiados por ele. Jesus nos envia para este mundo com um propósito, influenciarmos o mundo. Todavia, sabendo 3 que não pertencemos a ele. Como embaixadores, estamos numa terra, mas sabendo que nossa vida não é ali. Desejando, portanto, nossa verdadeira pátria celestial. Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, Filipenses 3:20 Outra verdade que precisamos enfatizar é que nós já recebemos a cidadania celestial. Nós não estamos lutando para se tornar cidadãos celestiais, nós já somos celestiais. Nós não estamos a procura da eternidade, nós já temos dentro de nós, o novo nascimento, isto é a salvação, que nos garante a vida eterna. Já temos o Espírito Santo, que não é apenas o passaporte, mas a certificação de nossa cidadania celestial. 1. O QUE É O CÉU E COMO ELE É? Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; Mateus 6:9,10. Salmos 115:16 Os céus são os céus do SENHOR, mas a terra, deu-a ele aos filhos dos homens. Começaremos bem. Pois aprendemos na oração modelo que os céus é o lugar onde Deus está. Pois do céus, está o trono de Deus. Talvez você diga. “Pastor, isto eu já sabia.” 2. O CÉU E O REINO DOS CÉUS. Todavia, quando falamos acerca dos céus, falamos em termos muito abrangente. Pois, o termos “céus” compreende muitas coisas; assim, devemos saber classificá-las, afim de que tenhamos correto esclarecimento espiritual e entendimento da Palavra. A palavra céus é muito abrangente; linguisticamente falando, é semelhante ao símbolo e significado do vocábulo água, por exemplo: De água, podemos falar de: rio, mar, nuvem, vapor, chuva, gelo, iceberg, etc. Falamos acerca do mesmo elemento, porém em estados diferentes, e de suas diferentes peculiaridades. Desta forma; Embora falemos de céus, como se fosse o mesmo elemento, todavia, tal possui diferentes peculiaridades. Pois há uma diferença entre céus e reino dos céus. ( Parece que colocamos tudo numa mesma panela e mexemos; ou seja, parece igual, porém é diferente em sua peculiaridade.) 2 Crônicas 2:6 No entanto, quem seria capaz de lhe edificar a casa, visto que os céus e até os céus dos céus o não podem conter? E quem sou eu para lhe edificar a casa, senão para queimar incenso perante ele? 2 Crônicas 6:18 Mas, de fato, habitaria Deus com os homens na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu edifiquei. Deus é tão grande que nem o universo pode contê-lo; o universo está contido nEle, 4 16 pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. 17 Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.Col.1.16,17. O céu é o local da sede de seu governo e de lá estende seu domínio. Salmos 103:19 Nos céus, estabeleceu o SENHOR o seu trono, e o seu reino domina sobre tudo. Salmos 11:4 O SENHOR está no seu santo templo; nos céus tem o SENHOR seu trono; os seus olhos estão atentos, as suas pálpebras sondam os filhos dos homens. Salmos 33:13 O SENHOR olha dos céus; vê todos os filhos dos homens; Jó 21:22 Acaso, alguém ensinará ciência a Deus, a ele que julga os que estão nos céus? Deuteronômio 10:14 Eis que os céus e os céus dos céus são do SENHOR, teu Deus, a terra e tudo o que nela há. Deus está nos céus fundamentado na base de seu trono e de lá estende o seu domínio, o qual é o seu reino para sempre (chamado reino dos céus). Na época de Jesus existia o império romano. E assim como no império romano, a extensão de seu reino abrangia da Europa, norte da áfrica e oriente médio; todavia, existia uma capital: Roma; assim, Deus dos céus, governa o seu reino, isto é: a extensão de seu domínio, ou seja, o reino dos céus. O seu reino compreende todas as coisas. (SP e RJ) É chegado o reino dos céus para o novo convertido. E para nós convertidos, estamos no Reino dos céus, como embaixadores expandindo Seu reino, alastrando seu reino. Mateus 3:2 Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus. Mateus 4:17 Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus. Mateus 16:19 Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus. Abrir uma C.L. é expandir o reino, e a chave é a autoridade. 3. O REINO DOS CÉUS Mateus 13:11 Ao que respondeu: Porque a vós outros é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas àqueles não lhes é isso concedido. Mateus 11:12 Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele. Mateus 18:3 E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. 4 Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus.5 Mateus 19:14 Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus. Mateus 5:3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. Mateus 5:10 Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Todos estes versículos falam da expansão do reino. De certa forma, podemos afirmar que “céus” é a sala do trono de maneira específica. Logo, quando afirmamos que moraremos no céu, de certa forma não estaria errada esta sentença, porque de fato, moraremos lá. Todavia, não é a expressão mais precisa e acurada a ser afirmada; pois, não poderíamos morar no trono de Deus; mas estaremos em suas moradas. (Não teremos nossa casinha do lado do trono, para isto Deus prometeu uma cidade.) Para entenderemos melhor esta afirmação, vejamos: 4. AS MORADAS DA CIDADE DE DEUS Salmo 46. 4 Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. 5 Deus está no meio dela; jamais será abalada; Deus a ajudará desde antemanhã. João 14.1 Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. 2 Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. 3 E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também. Após o trono, Deus colocou uma expansão: A Nova Jerusalém. Aleluia! Deus prometeu um lugar onde iremos morar. 5. O PARAÍSO É correto afirmar que moraremos no paraíso? Também de certa forma não estaria errada esta sentença, mas, não é a expressão mais precisa e acurada a ser afirmada, porque moraremos num lugar melhor do que o paraíso. Moraremos na cidade de Deus onde estão as suas moradas. Deveras, não temos entendimento e falamos de maneira genérica, a medida que detalhamos biblicamente adquirimos um esclarecimento melhor. Logo, o que é o Paraíso? O paraíso é o jardim do reino de Deus, isto é, o jardim do Reino dos céus. A palavra paraíso no caldeu e depois para o grego significa jardim, e depois evoluiu para parque. 2 Coríntios 12. 2 Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos, foi arrebatado até ao terceiro céu (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe) 3 e sei que o tal 6 homem (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe) 4 foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir. (Aqui, no sermão é necessário uma descrição detalhada) Expressa o quintal de Deus. Assim, como o quintal fica na extensão de nosso terreno, o quintal de Deus é a expansão de seu território. O paraíso é apenas o começo de seu território fechado. Vejamos: Subir ao trono… 12 Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!13 Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; 14 subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo. 15 Contudo, serás precipitado para o reino dos mortos, no mais profundo do abismo. Is.14. 12-15 Ezequiel 28:13 Estavas no Éden, jardim de Deus; de todas as pedras preciosas te cobrias: o sárdio, o topázio, o diamante, o berilo, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo e a esmeralda; de ouro se te fizeram os engastes e os ornamentos; no dia em que foste criado, foram eles preparados. Ezequiel 31:8 Os cedros no jardim de Deus não lhe eram rivais; os ciprestes não igualavam os seus ramos, e os plátanos não tinham renovos como os seus; nenhuma árvore no jardim de Deus se assemelhava a ele na sua formosura. Ezequiel 31:9 Formoso o fiz com a multidão dos seus ramos; todas as árvores do Éden, que estavam no jardim de Deus, tiveram inveja dele. Descer ao jardim… Cantares 4:16 Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que se derramem os seus aromas. Ah! Venha o meu amado para o seu jardim e coma os seus frutos excelentes!... 5:1 Já entrei no meu jardim, minha irmã, noiva minha; colhi a minha mirra com a especiaria, comi o meu favo com o mel, bebi o meu vinho com o leite. Comei e bebei, amigos; bebei fartamente, ó amados… 6:2 O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de bálsamo, para pastorear nos jardins e para colher os lírios… 6:11 Desci ao jardim das nogueiras, para mirar os renovos do vale, para ver se brotavam as vides, se floresciam as romeiras. 6. A TERRA É A EXTREMIDADE DE SEU DOMÍNIO. Deus planejou implantar aqui na terra um jardim… Cujas arvores fossem sempre frutíferas. Gênesis 2:8 E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, na direção do Oriente, e pôs nele o homem que havia formado. 9 Do solo fez o SENHOR Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas para alimento; e também a árvore da vida no meio do jardim e a árvore do conhecimento do bem e do mal. 10 E saía um rio do Éden para regar o jardim e dali se dividia, repartindo-se em quatro braços… 15 Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. 7 O diabo, tentou estragar o jardim de Deus. Gênesis 3:23 O SENHOR Deus, por isso, o lançou fora do jardim do Éden, a fim de lavrar a terra de que fora tomado. :24 E, expulso o homem, colocou querubins ao oriente do jardim do Éden e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida. A partir do momento que Adão entregou o governo da terra ao homem, Deus teve que reimplantar o Seu Reino. Através de Jesus. João 19:41 No lugar onde Jesus fora crucificado, havia um jardim, e neste, um sepulcro novo, no qual ninguém tinha sido ainda posto. (o grão de trigo) Mas, o que há em um jardim? Flores, pomar… O que Deus espera de seu jardim? Deus espera que de seu jardim nasça bons frutos.! Se dermos bons frutos, estamos dentro do jardim, e de Seu reino. Se dermos maus frutos, ou somos infrutíferos, estamos fora. Figueira, Videira Jo.15., a oliveira e etc. Há uma expectativa divina de boa colheita. Para isto, Deus extrai o que há de melhor de nós; mesmo através de lutas na vida. Isaías 58:11 O SENHOR te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado e como um manancial cujas águas jamais faltam. Isaías 51:3 Porque o SENHOR tem piedade de Sião; terá piedade de todos os lugares assolados dela, e fará o seu deserto como o Éden, e a sua solidão, como o jardim do SENHOR; regozijo e alegria se acharão nela, ações de graças e som de música. Lucas 22:29 Assim como meu Pai me confiou um reino, eu vo-lo confio, 30 para que comais e bebais à minha mesa no meu reino; e vos assentareis em tronos para julgar as doze tribos de Israel. 7. TERRA, UM TERRENO INÓSPITO A SER RECICLADO DE SEU LIXO, E REIMPLANTADO COMO JARDIM DO REINO. 2 A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas. Gn.1.2. Nós, seres humanos temos um grande problema? É que ainda que saibamos que não somos o centro do universo, mesmo assim, ainda imaginamos e vivemos como se fôssemos. Mesmo tendo o conhecimento cultural e científico, insistimos em viver assim. A terra não é o centro do universo e sim a sua extremidade. (comparação científica). 8 O relato de Galileu Galilei. A 500 anos atrás, Galileu provou que a terra não era o centro. Talvez a maior controvérsia na época, é que o homem sabia que tinham que renunciar o fato de ser o centro de todas as coisas. Mas apesar disto, 500 anos depois, existem pessoas que vivem como se a terra fosse o centro de tudo, e pasmem, como se o mundo estivesse orbitando em redor de seu próprio Ego. O pai vive para ele; a mãe vive para ele; os filhos vivem para ele; o pastor vive para ele; o trânsito orbita ao redor de seu carro… Tudo é dele. TODO AQUELE QUE ACHA QUE O SEU EGO É O CENTRO DE TODAS AS ATENÇÕES, COMPETE CONTRA O REINO DE DEUS E DEUS NÃO ESTÁ NELE. Se as coisas orbitam ao teu redor, em ti não está o reino dos céus. ( porque não pode existir dois centros). Por isso se quisermos ser cristãos, devemos deixar de sermos egoístas ou egocêntrico e aceitar Deus como senhor de tudo, e submetermos ao seu reino. Deus no centro e por sua Palavra cria e expande tudo a medida que ecoa… A correlação do planeta terra com o tamanho do universo. E o tamanho do homem A EXPERIENCIA DE AVIAO. Quão grande é o amor de Deus, em nos salvar, sendo nós tão insignificantes quando estávamos sem Deus. Mas agora, com Jesus, somos filhos… Pois a medida que compreendemos a insignificância de nossa pequenez sem Cristo, tão somente realça a grandeza de seu amor. 8. GEENA, ABISMO E O LAGO DE FOGO, O LIXÃO IRREPARÁVEL. Toda casa tem uma lixeira. Deixa-me falar algo que irá ferir o nosso orgulho! A terra é um terreno inóspito que necessita ser reciclado de seu lixo. O que fazemos com aquilo que não presta mais? E Aonde jogamos o que não nos presta mais? Deus não tendo a onde colocar satanás, remove-o de seu reino e lança-o na lata de lixo. O problema é que satanás quis reivindicar esta lata de lixo reciclável? Então, Deus envia seu filho a esta escória na reaver para seu reino. Porém há um lugar irreparável do universo, onde são lançado aqueles que não deram bons frutos, no jardim de Deus. Fazendo alusão ao lixão público de Jerusalém, chamado “Gay hinon”; em várias vezes Jesus faz alusão a perdição eterna como Geena. No lixão público de Jerusalém ardia continuamente um fogo para queimar os detritos. É assim que Deus fará com o diabo, seus anjos caídos e todos que não deram frutos na expansão de seu reino. 9 9. O RIO DAS ÁGUAS DE DEUS Permita-me falar do curso do rio de Deus que sai do trono até nós. Deus permitiu certa verdade espiritual pudesse ter uma correlação com algumas verdades naturais, de forma que estas verdades naturais correspondem a uma verdade espiritual mais intensa e revelada. Algumas funções do rio das águas de Deus. SIMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO: a) ÁGUAS QUE HIDRATAM. (cristão murcho) João 7:38 Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. b) ÁGUAS QUE MATAM A SEDE João 7: 37 No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. c) ÁGUAS PURIFICADORAS (LIMPADORA) Tito 3:5 não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, d) ÁGUAS QUE CURAM 2 Reis 5:12 Não são, porventura, Abana e Farfar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Não poderia eu lavar-me neles e ficar limpo? E voltou-se e se foi com indignação. e) ÁGUAS QUE ALEGRAM Salmo 46. 4 Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. 5 Deus está no meio dela; jamais será abalada; Deus a ajudará desde antemanhã. f) ÁGUAS QUE REFRESCAM Sl.23. 2 Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; 3 refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. g) ÁGUAS QUE IRRIGAM. E TRAZEM VIDA Ez.47. 8 Então, me disse: Estas águas saem para a região oriental, e descem à campina, e entram no mar Morto, cujas águas ficarão saudáveis. 9 Toda criatura vivente que vive em enxames viverá por onde quer que passe este rio, e haverá muitíssimo peixe, e, aonde chegarem estas águas, tornarão saudáveis as do mar, e tudo viverá por onde quer que passe este rio… 12 Junto ao rio, às ribanceiras, de um e de outro lado, nascerá toda sorte de árvore que dá fruto para se comer; não fenecerá a sua folha, nem faltará o seu fruto; nos seus meses, produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; o seu fruto servirá de alimento, e a sua folha, de remédio. 10 AS ÁGUAS DOS RIOS SÃO COMO AS ARTERIAS DO CORPO; ASSIM COMO O CORPO PRESCISA DE ARTÉRIAS PARA FLUIR O SANGUE E LEVAR VIDA AO CORPO; ASSIM O RIO DE DEUS TRÁS VIDA A IGREJA. POR ONDE ELE PASSA, DEUS TRÁS VIDA. Ap.22. 1 Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. 2 No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos. (testemunho de meu sonho) Gn.2. 10 E saía um rio do Éden para regar o jardim e dali se dividia, repartindo-se em quatro braços. 11 O primeiro chama-se Pisom; é o que rodeia a terra de Havilá, onde há ouro. 12 O ouro dessa terra é bom; também se encontram lá o bdélio e a pedra de ônix. 13 O segundo rio chama-se Giom; é o que circunda a terra de Cuxe. 14 O nome do terceiro rio é Tigre; é o que corre pelo oriente da Assíria. E o quarto é o Eufrates. A INTERRELAÇÃO ENTRE RIO E A PROMESSA Gênesis 15:18 Naquele mesmo dia, fez o SENHOR aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência dei esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates: A INTERRELAÇÃO ENTRE RIO E A EXPERIÊNCIA Gênesis 41:2 Do rio subiam sete vacas formosas à vista e gordas e pastavam no carriçal. Êxodo 2:5 Desceu a filha de Faraó para se banhar no rio, e as suas donzelas passeavam pela beira do rio; vendo ela o cesto no carriçal, enviou a sua criada e o tomou. Ezequiel 1:1 Aconteceu no trigésimo ano, no quinto dia do quarto mês, que, estando eu no meio dos exilados, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Deus. Daniel 8:2 Quando a visão me veio, pareceu-me estar eu na cidadela de Susã, que é província de Elão, e vi que estava junto ao rio Ulai. Marcos 1:9 Naqueles dias, veio Jesus de Nazaré da Galiléia e por João foi batizado no rio Jordão.